Já que está na moda os grandes blogs falarem sobre grandes empresas (vide o Crocodilo de Aparelho e Atleta & Depressivo), let me pull the brase to my fish, ora bolas. E não, não é rave, não é show de standáp e não é promoção de empresas que anunciam no Pânico na TV!
Uma nova empresa de ônibus, a UseBus, criada em São Paulo, tem uma idéia inovadora: adaptar ao transporte de pessoas em geral o conceito do transporte escolar (eles não dizem, mas basicamente é isso.) Através do cadastro de 30 passageiros, são criadas linhas de transporte através de la ciudad, que levam eles para o destino que eles quiserem através da linha da melhor forma possível, em ônibus de turismo, sem viajar de pé e sem ter que pagar no ato (parece que é via mensalidade o negócio). O objetivo é um só: fazer até 30 carros ficarem en las garágenes!! O site explicita mesmo, é um desestímulo ao transporte individual.
Eles juram de pés juntos que a viagem vai mais rápida do que de "a carro", porquê existem rotas que só ônibus - inclusive de turismo - podem fazer, nos corredores de ônibus. E quando aqueles outros ônibus surrados, del gobierno, estiverem em greve, os usuários da UseBus nem tchum!
Olha, se essa idéia for bem aplicada, pode dar muito certo. Ecologistas, torçam! Afinal, em São Paulo tem cada vez mais carros e cada vez menos lugar pra eles andarem... é uma média espantosa de 1 carro para cada 2 pessoas (e o que é pior, eu sou a outra...) E aqueles quadros de humor dos Trapalhões, do final dos anos 70, onde eles vendiam a alma pra dar entrada em uma Variant ou coisa que o valha (é disso pra cima) parecem fazer parte do passado, agora...
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
26.9.07
Boas idéias facilitam a nossa vida
Palavras-Chaves & Chapolin:
automóveis,
curiosidades,
tecnologia,
Transporte
29.6.07
IPhone, vá lamber ISoap!!
Mesmo que estivesse disponível, mesmo que eu tivesse dinheiro dando em árvores (a ponto de COMPRAAAAAAR músicas no ITunes) e mesmo que eu fosse heavy user de celular, não compraria um IPhone.
(Não que eu seja "contra os artistas" - é, tá, contra alguns, vai... É que as músicas que eu gostaria de ouvir, com certeza não são vendidas pelo ITunes, mas não são mesmo!)
O aparecchio lançado hoje nos Estados Unídios não tem botões físicos. As teclas do telefone e todas as outras que forem necessárias são virtuais e surgem em uma tela táctil. Ok. Só que esse tipo de tecnologia precisa ser desenvolvido um pouco mais.
Já tive um Palm, que não dá mais pra ser utilizado porquê a tela está desgastada. Ao se mover a agulha sobre a tela, a tela acaba mandando informações erradas para o equipamento, isso é visível principalmente naquele programa onde a pessoa pode fazer anotações no Palm. No meu caso, traços diagonais ligavam o final de cada traçada ao canto inferior esquerdo da tela, não sei por quê! Com isso, tornou-se impossível escrever no dialeto que fazia os caracteres serem reconhecidos. Quem garante que isso não acontecerá com a tela do Iphone?
IPhones, "tô nem aí, tô nem aí..."
E se o post de hoje está ruim, calma que ele ainda não terminou
Incrível: Uma nota do Kibeloco acabou se tornando notícia em todos os portais da Internet. Uma conversa de MSN acabou sendo publicada no Diário Oficial. Esse jornal é uma coisa, viu. Já aconteceram outras barbaridades, decorrentes do fato de que os textos são por demais aborrecidos para seres humanos, e que fazem as vezes eles serem interrompidos ou substituídos por qualquer outra coisa. O líder do grupo Plantão de Notícias, colecionador de gafes da imprensa, tem um "DO" municipal onde um edital se transforma em uma carta de amor... e o que é pior, muito mal escrita!
Mas o melhor foi o que aconteceu no final dos anos 80. Naquela época, o Diário Oficial era feito ainda usando fotocomposição, o sistema antecessor ao computadorizado usando fontes Postscript ou TrueType. E em um trecho de um dos textos, a "fonte" acabou sendo mudada para um set de caracteres em grego, usado principalmente para livros de matemática. O mais curioso ainda é que quem entendia um pouco do assunto conseguia ler os textos, já que existe uma pequena correspondência entre algumas vogais e consoantes...
Enfim, esse Diário Oficial é um jornal pra embrulhar peixe. Sou mais a Gazeta Mercantil, um jornal um pouco mais divertido... ;P
(Não que eu seja "contra os artistas" - é, tá, contra alguns, vai... É que as músicas que eu gostaria de ouvir, com certeza não são vendidas pelo ITunes, mas não são mesmo!)
O aparecchio lançado hoje nos Estados Unídios não tem botões físicos. As teclas do telefone e todas as outras que forem necessárias são virtuais e surgem em uma tela táctil. Ok. Só que esse tipo de tecnologia precisa ser desenvolvido um pouco mais.
Já tive um Palm, que não dá mais pra ser utilizado porquê a tela está desgastada. Ao se mover a agulha sobre a tela, a tela acaba mandando informações erradas para o equipamento, isso é visível principalmente naquele programa onde a pessoa pode fazer anotações no Palm. No meu caso, traços diagonais ligavam o final de cada traçada ao canto inferior esquerdo da tela, não sei por quê! Com isso, tornou-se impossível escrever no dialeto que fazia os caracteres serem reconhecidos. Quem garante que isso não acontecerá com a tela do Iphone?
IPhones, "tô nem aí, tô nem aí..."
E se o post de hoje está ruim, calma que ele ainda não terminou
Incrível: Uma nota do Kibeloco acabou se tornando notícia em todos os portais da Internet. Uma conversa de MSN acabou sendo publicada no Diário Oficial. Esse jornal é uma coisa, viu. Já aconteceram outras barbaridades, decorrentes do fato de que os textos são por demais aborrecidos para seres humanos, e que fazem as vezes eles serem interrompidos ou substituídos por qualquer outra coisa. O líder do grupo Plantão de Notícias, colecionador de gafes da imprensa, tem um "DO" municipal onde um edital se transforma em uma carta de amor... e o que é pior, muito mal escrita!
Mas o melhor foi o que aconteceu no final dos anos 80. Naquela época, o Diário Oficial era feito ainda usando fotocomposição, o sistema antecessor ao computadorizado usando fontes Postscript ou TrueType. E em um trecho de um dos textos, a "fonte" acabou sendo mudada para um set de caracteres em grego, usado principalmente para livros de matemática. O mais curioso ainda é que quem entendia um pouco do assunto conseguia ler os textos, já que existe uma pequena correspondência entre algumas vogais e consoantes...
Enfim, esse Diário Oficial é um jornal pra embrulhar peixe. Sou mais a Gazeta Mercantil, um jornal um pouco mais divertido... ;P
Palavras-Chaves & Chapolin:
gafe,
tecnologia
1.12.06
Planeta China: nem Blu-Ray, nem HD-DVD!
O sucessor do DVD, para os chineses, já está escolhido: o EVD - Enhanced Versatile Disc. Do mesmo tamanho dos DVDs que existem atualmente, o EVD tem, segundo a fonte, 5 vezes mais qualidade de imagem (ô loco, meu) além de guardar mais informações, mesmo sendo do mesmo tamanho!
Todos os processos relativos ao EVD, como codificação de áudio e vídeo, além de (argh) sistema de prote$ão de direitos, foram desenvolvidos na China. Por causa disso, as empresas vão ganhar mais produzindo EVD players do que DVD players. O preço de um deles está extremamente baixo (hoje em dia, pelo preço de um vídeocassete VHS você compra dois ou três, não era assim por volta de 2002, 2003...), fazendo as empresas chinesas quase não terem lucro com DVD players, pelo preço das patentes que precisam pagar à empresas japonesas e estadunidenses.
Entre os desenvolvedores do EVD, somente a marca SVA é conhecida no Brasil. Mas não creio que isso vá ser lançado no Brasil, acho que o EVD vai pegar mais é por lá mesmo, na China (onde gente pra comprar isso não falta), porquê a indústria precisa produzir muitos títulos nesse formato, além dos [ajoelhando-se no chão] *smack* sacrossantos gravadores de EVD de mesa e para computador. Fora as mídias. Na América Latina, o que eu sinto é que o DVD será o "VHS" do futuro, e espero, livre de qualquer tipo de limitações, e um dos dois (Blu-Ray ou HD-DVD) será o padrão de alta definição do mercado. Qual deles? Faço a menor idéia...
O EVD já tem artigo na Wikipedia, ainda um tanto em construção, mas tem.
E mais uma prova de que isso vai ser uma tecnologia local é o CVD - China Video Disc, um sistema que usa CDs, derivado do formato VCD, no qual estão boa parte dos philmes disponíveis no obscuro mercado chinês.
Tõ ficando velho... ainda me lembro quando meu pai ganhou um CD player no consórcio, em 1988, e no manual tinha um aviso para não aumentar muito os 'agudos' que poderia danificar os alto-falantes...
Todos os processos relativos ao EVD, como codificação de áudio e vídeo, além de (argh) sistema de prote$ão de direitos, foram desenvolvidos na China. Por causa disso, as empresas vão ganhar mais produzindo EVD players do que DVD players. O preço de um deles está extremamente baixo (hoje em dia, pelo preço de um vídeocassete VHS você compra dois ou três, não era assim por volta de 2002, 2003...), fazendo as empresas chinesas quase não terem lucro com DVD players, pelo preço das patentes que precisam pagar à empresas japonesas e estadunidenses.
Entre os desenvolvedores do EVD, somente a marca SVA é conhecida no Brasil. Mas não creio que isso vá ser lançado no Brasil, acho que o EVD vai pegar mais é por lá mesmo, na China (onde gente pra comprar isso não falta), porquê a indústria precisa produzir muitos títulos nesse formato, além dos [ajoelhando-se no chão] *smack* sacrossantos gravadores de EVD de mesa e para computador. Fora as mídias. Na América Latina, o que eu sinto é que o DVD será o "VHS" do futuro, e espero, livre de qualquer tipo de limitações, e um dos dois (Blu-Ray ou HD-DVD) será o padrão de alta definição do mercado. Qual deles? Faço a menor idéia...
O EVD já tem artigo na Wikipedia, ainda um tanto em construção, mas tem.
E mais uma prova de que isso vai ser uma tecnologia local é o CVD - China Video Disc, um sistema que usa CDs, derivado do formato VCD, no qual estão boa parte dos philmes disponíveis no obscuro mercado chinês.
Tõ ficando velho... ainda me lembro quando meu pai ganhou um CD player no consórcio, em 1988, e no manual tinha um aviso para não aumentar muito os 'agudos' que poderia danificar os alto-falantes...
Palavras-Chaves & Chapolin:
DVD,
tecnologia
1.11.06
Sessão Kibeloco: Site made in Brazil?
A Osram é uma empresa de origem alemã, muito conhecida no Brasil por suas lâmpadas. A torre de testes da Osram é um dos pontos referenciais da cidade de Osasco, em São Paulo.
Molto bene. Como qualquer empresa que se preze, a Osram está sempre de olho em novas tecnologias, e uma delas é o uso de LEDs para iluminação. Mais do que a luz verde-limão do "caps lock" do seu computador, os LEDs hoje em dia são de quase todas as cores possíveis (só a cor violeta é que a indústria está tendo uma certa dificuldade pra desenvolver, o resto - branco, luz negra, azul, ciano, etc. - já existe, fora os leds RGB, com três chips, que fazem qualquer cor possível.)
Muito bem, veja aqui, no site da Osram, as cores que estão disponíveis para esse produto aqui... "Red, Yellow, Verde e Blue", diz o site internacional da Osram... "What is verde?", devem se perguntar alguns clientes - sendo que só uma minoria de nerds vai acertar que é verde, baseando-se no comprimento de onda de 505 nanômetros. Ih, escapuliu!...
(P.S. jun/2007) Isso fora as embalagens de alguns produtos da Unilever que, na parte da composição do produto, escrevem aqua em vez de water!)
Molto bene. Como qualquer empresa que se preze, a Osram está sempre de olho em novas tecnologias, e uma delas é o uso de LEDs para iluminação. Mais do que a luz verde-limão do "caps lock" do seu computador, os LEDs hoje em dia são de quase todas as cores possíveis (só a cor violeta é que a indústria está tendo uma certa dificuldade pra desenvolver, o resto - branco, luz negra, azul, ciano, etc. - já existe, fora os leds RGB, com três chips, que fazem qualquer cor possível.)
Muito bem, veja aqui, no site da Osram, as cores que estão disponíveis para esse produto aqui... "Red, Yellow, Verde e Blue", diz o site internacional da Osram... "What is verde?", devem se perguntar alguns clientes - sendo que só uma minoria de nerds vai acertar que é verde, baseando-se no comprimento de onda de 505 nanômetros. Ih, escapuliu!...
(P.S. jun/2007) Isso fora as embalagens de alguns produtos da Unilever que, na parte da composição do produto, escrevem aqua em vez de water!)
Palavras-Chaves & Chapolin:
iluminação,
LED,
tecnologia
7.10.06
Igor C. Barros, sua vida, sua obra: a era MSX
Antes de mais nada, pra vocês que nasceram a partir de 1990, MSX não é dissidência de nenhum movimento de sem-terra... quer dizer, pode até ser, já que a tomada dele não era de três pinos! MSX foi um padrão de computadores de 8 bits criado na década de 80, no Japão pelo consórcio Matsushita, Sony e Microsoft (BASICamente é isso) e que durante alguns anos, superou a maioria dos PCs da época com suas especificações! Padrão? Exatamente, assim como as pessoas tem PCs hoje em dia da X5 computadores, da Whitebox, da Itautec e todos eles são compatíveis entre si (menos os Aptivas, mas aí é outra história...)Ao contrário das outras centenas de computadores da época, o MSX tinha memória separada pra vídeo, o que fazia ele fazer isso mais rápido que outros computadores semelhantes. Isso fora várias outras coisas: o MSX já era capaz de tratar sons e imagens como arquivos, a programação já previa o uso de touch pad (nunca vi um desses, mas o comando existe!), e foi em um MSX que foi lançado o primeiro drive de 3½ polegadas do mundo, em 1984. E mais, através de um MSX 2 foram feitas as primeiras capturas de telas de TV do Brasil, no ano de 1988 (veja mais no site do autor da façanha, Ademir Carchano)
E o meu primeiro contato com esse universo foi, como a maioria das pessoas: através de um Expert, da Gradiente. Com o qual me maravilhei, pois vinha do universo incompreensível do Commodore 64, que o meu pai só entendia o básico e olhe lá. A "expreteza" do Expert, era, segundo a legislação, ser um videogame com teclado - se fosse tratado como "computador", custaria muito mais. E para mim não custou tanto assim, pois o computador surgiu lá em casa através do serviço de Videotexto, da antiga e memorável Telesp, empresa na qual meu pai trabalhou mais de 20 anos, e no mesmo prédio que não era a sede da Telesp, mas que a Telefônica escolheu para ser a sua sede hoje em dia.
(A propósito, o Expert da Gradiente tem uma tecla, "SELECT", que não serve pra nada, vocês acreditam?!...)
O Videotexto era uma espécie de avô da Internet. Apenas caracteres de texto e gráficos de baixa resolução, com 16 cores de frente ou de fundo, recursos como dupla largura, dupla altura ou os dois combinados... e só. Os usuários, curiosamente, não podiam digitar letras minúsculas, nem ponto de exclamação. Textos assim só apareciam na tela, pré-editados pelos chamados FSs - Fornecedores de Serviços, algo como os webmasters de hoje. O grosso dos serviços estava no telefone 148 da Telesp, mas também haviam fornecedores independentes, como Videobrás e Telerádio - fora o Sampinha, que só consegui acessar uma única vez e era todo em preto-e-branco. Tudo isso com um modem externo de 300 bauds (míseros 0,3 Kbps, quase a velocidade da banda larga que eu tenho atualmente... âhrrrrr...)
Aí um belo dia eu descubro, vejam vocês, que o MSX funcionava sem o cartucho phornecido pela Telesp... e de 1988 a 1990 eu acabei me tornando quase que um programador. Quase, porquê eu era ligeiramente "gonorante" demais em comparação com o pessoal que realmente manjava de computador naquela época. Já me preocupava mais com visual do que com programação e sentia muito as limitações da parte gráfica do MSX, como só poder ter uma cor a cada oito pontos na horizontal, na tela gráfica. Não sabia tanto de Basic quanto deveria (ironicamente o nome permanece até hoje, como Visual Basic, um programa que faz programas para Windows). Outras linguagens de programação, como Cobol, Assembler? Ih, esquece... não fosse pelo pouco que eu sabia de Basic, eu seria um poser, tal qual Phernando Pessoa (O poeta é um poser, que posa tão completamente, que chega a posar que é dor, etc., etc..)
Por ter um MSX graças ao Videotexto (em vez de ter comprado um na loja), nunca me preocupei em fazer como muita gente fez, e comprar uns kits de transformação para MSX 2. Mesmo porquê, vou confessar pra vocês: quando esse negócio começou, eu tinha 11 anos. E não eram 11 anos de programação, eram de idade mesmo!!! Sem chance... embora fosse leitor ávido das revistas Micro Sistemas e CPU MSX. Na verdade, assim como aconteceria mais tarde com Napster, YouTube e Orkut, eu entrei "no final da festa"... o boom do MSX no Brasil foi por volta de 1986, e em 1990 os PCs já começavam a superar os MSX 1 brasileiros, com o lançamento de games como F-1 GP e Prince of Persia (até então, PC era considerado "computador de trabalho").
E a era MSX na minha vida acabaria em 1992, quando passamos a usar um PC-AT 286. A "World Wide Web", que conhecemos atualmente e aonde você está neste momento, surgiria no ano seguinte, nos EUA.
Mas a minha surpresa viria já no século XXI. Por incrível que pareça, muitos programadores usam MSX até hoje ao redor do mundo (MSX 1, 2 e 3, fora o não-lançado MSX 4, só acessível via emulador) e só não fazem chover com seus equipamentos. Hoje em dia, até este blog pode ser lido por um MSX! Até jogo de Sonic o MSX já teve ("Sonyc", para MSX 2), e em 1997 (nessa época os bebês já diziam CD-ROM antes de "Gugu Dadá"!) É um pessoal que deixaria o Professor Pardal no mínimo, confuso. Ou melhor: os "Nerds", daqueles filmes, acabam de virar um bando de ignorantes e alienados... Em breve voltaremos com esse assunto, aguardemmmm
Palavras-Chaves & Chapolin:
informática,
MSX,
passado,
tecnologia,
Windows
Assinar:
Postagens (Atom)
