Na última sexta-feira, depois de praticamente 5 meses perdendo religiosamente as reprises do Pânico na TV - um programa que eu não estou podendo gravar porquê me pediram pra gravar outro - me lembrei do programa, e fiquei ansioso porquê havia começado a matéria dos "Novos Humoristas", e o pessoal do Panicast havia comentado que a parte onde eles invadiam um programa de TV local em Pernambuco estava boa. E a matéria encerrava-se com a música "A Roda", de Sarajane (parece até que fui eu que escrevi, então, eu gosto de desenterrar certas coisas...) Aí eu começo a gravar o Pânico pela primeira vez desde a fracassada volta do programa das férias este ano... e não é que um curto-circuito deixaria a Chácara Klabin no escuro por várias horas?! A luz só voltou quando eu acordei, já no dia seguinte.
Moro há 12 anos neste bairro, e é incrível como são relativamente frequentes as quedas de energia por aqui. O pior é que praticamente todas acontecem fora do horário de pico, principalmente de madrugada. Já chegou a faltar luz à meia-noite em ponto - pelo visto, Zé do Caixão fez concurso e trabalha na Eletropaulo...
E pra piorar a situação, parece que os equipamentos eletrônicos sofrem com a situação. A impressora dá alguns grunhidos e a luz do scanner acende, mesmo com o computador estando desligado. Por quê? É que na maioria das vezes em que isso acontece, a luz falta DUAS VEZES. A energia acaba, devido a curto-circuitos ou explosão de transformadores, sei lá, é ativado o circuito reserva, e este pifa pelo mesmo motivo que derrubou o outro... É mole?!
Só na grande queda de energia de 2001, que começou com uma oscilação, o resto do Brasil teve o privilégio de deixar de sentir os campos magnéticos causados pela eletricidade circulando ao seu redor. Ou algo assim. Sei lá, de tanta experiência nesse ramo, eu "SINTO" a ausência de eletricidade.
Nunca gostei de dormir no escuro. E há algum tempo eu peguei uma mania, de dormir com LEDs de alto brilho, comprados na rua Santa Ifigênia, enfiados na parte de trás de controles remotos, é uma operação um tanto tosca, mas que faz os LEDs acenderem e iluminarem o ambiente relativamente bem. Preciso voltar com isso... O pior é que esses LEDs nunca me livraram dos apagões, sempre que eles ocorriam, eu não estava com os LEDs armados nos controles remotos... Ê limonada... (PS: Vejam o horário ingrato deste post, logo no dia em que eu tenho que levantar antes dos feirantes pra ir trabalhar...)
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1.6.08
7.1.08
LED... não, não é o Zeppelin
Hoje, consegui realizar um pequeno sonho que era o de ter um segundo abajur pra me ajudar nos desenhos - o primeiro fica meio longe do local onde eles são feitos. Mas o que interessa é o que está dentro dele: uma lâmpada de LEDs. Aquelas que se parecem, olhando de longe, com um chuveiro.
É, não bem a que eu gostaria, da Ledtronics... é uma da FLC (sigla de Fablicamos Lâmpadas Chinesas) com 18 deles apenas. Na verdade, essas são as únicas que eu já vi vendendo onde eu fui, a rua da Consolação, em São Paulo, onde em uns três quarteirões depois da Paulista, estão concentradas diversas lojas de lustres e material elétrico - o outro reduto do setor é a Rua Santa Ifigênia (meu segundo lar), onde estão mais as últimas.
Qual é a diferença? A Ledtronics oferece opções com muito mais LEDs, e em cores que eu ainda não vi aqui no Brasil. Nas lojas de São Paulo, por enquanto, só as cores básicas (verde, vermelho, amarelo, azul e branco 8000K). No exterior é uma festa: existem de todas as cores do arco-íris (tá, divida em 8 ou 9, é por aí), mais os de três ou quatro temperaturas de branco, RGB e luz negra. Bem, graças a isso, espero fazer muito mais dessins [animés ou não] a partir de agora. E sem pernilongos e siriris, que os LEDs não atraem.
PS: O final da Av. Paulista está insuportável. Ouvi uma sinphonia de incríveis SEIS britadeiras trabalhando ao mesmo tempo, na frente do Conjunto São Luiz.
Eu, que sou urbano até os ossos, quando saí de lá ouvia meu cérebro entoando à plenos pulmões o segundo hino nacional brasileiro: "De que me adianta viver na cidade, se a felicidade não me acompanhar..."
É, não bem a que eu gostaria, da Ledtronics... é uma da FLC (sigla de Fablicamos Lâmpadas Chinesas) com 18 deles apenas. Na verdade, essas são as únicas que eu já vi vendendo onde eu fui, a rua da Consolação, em São Paulo, onde em uns três quarteirões depois da Paulista, estão concentradas diversas lojas de lustres e material elétrico - o outro reduto do setor é a Rua Santa Ifigênia (meu segundo lar), onde estão mais as últimas.
Qual é a diferença? A Ledtronics oferece opções com muito mais LEDs, e em cores que eu ainda não vi aqui no Brasil. Nas lojas de São Paulo, por enquanto, só as cores básicas (verde, vermelho, amarelo, azul e branco 8000K). No exterior é uma festa: existem de todas as cores do arco-íris (tá, divida em 8 ou 9, é por aí), mais os de três ou quatro temperaturas de branco, RGB e luz negra. Bem, graças a isso, espero fazer muito mais dessins [animés ou não] a partir de agora. E sem pernilongos e siriris, que os LEDs não atraem.
PS: O final da Av. Paulista está insuportável. Ouvi uma sinphonia de incríveis SEIS britadeiras trabalhando ao mesmo tempo, na frente do Conjunto São Luiz.
Eu, que sou urbano até os ossos, quando saí de lá ouvia meu cérebro entoando à plenos pulmões o segundo hino nacional brasileiro: "De que me adianta viver na cidade, se a felicidade não me acompanhar..."
Palavras-Chaves & Chapolin:
Estados Unidos,
Íntimo e Pessoal,
LED
5.12.07
El sueño no se acabó, no, no, no!!
Reportagem publicada na Pholha de São Paulo reproduzindo reportagem do New York Times dá conta de que está havendo um êxodo em massa de brasileiros... voltando para o Brasil. O motivo seria um endurecimento de algumas leis nos EUA (carteiras de motoristas expedidas não poderiam mais ser renovadas para ilegais) além da, quem diria, crise econômica no mercado imobiliário de lá (o mercado imobiliário de São Paulo, ao contrário, está em êxtase e no cio), fora o dólar desvalorizado. Ainda não se sabe se apenas os brasileiros estão voltando para seu país de origem devido a (aparentes) melhores condições do Brasil, ou se isso está acontecendo com pessoas de outras nacionalidades.
Primeiro, resta saber se depois dessa, o México vai retirar a exigência de visto para brasileiros. Ainda quero conhecer o México - mais precisamente o Boulevard Adolfo López Mateos, 2551, San Ángel Inn (o lugar onde foram gravados Chaves e Chapolin, e se eles continuarem a tirar vídeos do YouTube, o endereço do próximo atentado da Al Qaeda) - e desde que estreou a novela América, em 2005, que os brasileiros que tentavam emigrar para os EUA começaram a "ter a idéia" de fazer isso como os próprios mexicanos, através da fronteira com o México.
Second, e que me desculpem todos eles, mas não arredo o pé: ainda morro nos Estados Unidos. Não, não é a nossa gente, a nossa música (Carrapicho, Banda Magníficos, Ademir do Arari...) ou o nosso complexo de inpherioridade. É que é ruim de eu conseguir concretizar o projeto das séries de desenho animado estando no Brasil... isso nenhum presidente ainda conseguiu na história deste país, nem sequer Getúlio Vargas.
Primeiro, resta saber se depois dessa, o México vai retirar a exigência de visto para brasileiros. Ainda quero conhecer o México - mais precisamente o Boulevard Adolfo López Mateos, 2551, San Ángel Inn (o lugar onde foram gravados Chaves e Chapolin, e se eles continuarem a tirar vídeos do YouTube, o endereço do próximo atentado da Al Qaeda) - e desde que estreou a novela América, em 2005, que os brasileiros que tentavam emigrar para os EUA começaram a "ter a idéia" de fazer isso como os próprios mexicanos, através da fronteira com o México.
Second, e que me desculpem todos eles, mas não arredo o pé: ainda morro nos Estados Unidos. Não, não é a nossa gente, a nossa música (Carrapicho, Banda Magníficos, Ademir do Arari...) ou o nosso complexo de inpherioridade. É que é ruim de eu conseguir concretizar o projeto das séries de desenho animado estando no Brasil... isso nenhum presidente ainda conseguiu na história deste país, nem sequer Getúlio Vargas.
Palavras-Chaves & Chapolin:
animation,
Estados Unidos,
Íntimo e Pessoal,
inutilidade pública
14.5.07
I'm Lesed.
Estou com o nariz "offline" desde a manhã, o Firefox me fez a gentileza de travar por causa de um blog do grand monde, e ainda por cima eu ando por mais de 15 sites e todos com alguma referência ao novo hit pós-Papa de 2007, "Vai Tomar Banho"... não, o nome da música não era bem esse, mas deixa pra lá.
E ainda por cima o After Effects parou de funcionar por causa de uma fonte nova (não é um estádio, trata-se de um arquivo .ttf com data igual ou superior a 14/05/2007) que eu estava testando. Tre-re-quadrê-fiz a Rede Rounded, depois de tirar print screen de um monte de aberturas de novelas da Grôbio. E iria ver justamente lá se a fonte parecia finalmente com a fonte anônima della Vênus Platinado and Virabrequín. Não consegui. Mas, já dizia João Gilberto, "praga de bêbado não va-le..." (o mais chato são as letras minúsculas que são raríssimas de aparecer, e é dificílimo definir o tamanho delas ao lado das maiúsculas!!)
Enfim, tô lesado.
PS: O que SCHUSCHA faz ao lado de AL GORE?!... (fotos veiculadas pela imprensa) Eu achava que este fosse a serious man! Prato cheio para seus futuros adversários políticos.
E ainda por cima o After Effects parou de funcionar por causa de uma fonte nova (não é um estádio, trata-se de um arquivo .ttf com data igual ou superior a 14/05/2007) que eu estava testando. Tre-re-quadrê-fiz a Rede Rounded, depois de tirar print screen de um monte de aberturas de novelas da Grôbio. E iria ver justamente lá se a fonte parecia finalmente com a fonte anônima della Vênus Platinado and Virabrequín. Não consegui. Mas, já dizia João Gilberto, "praga de bêbado não va-le..." (o mais chato são as letras minúsculas que são raríssimas de aparecer, e é dificílimo definir o tamanho delas ao lado das maiúsculas!!)
Enfim, tô lesado.
PS: O que SCHUSCHA faz ao lado de AL GORE?!... (fotos veiculadas pela imprensa) Eu achava que este fosse a serious man! Prato cheio para seus futuros adversários políticos.
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Íntimo e Pessoal
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