Telespectadores da Cover: o vídeo "O Cofre" já está no YouTube, esse vídeo é a minha primeira paródia à aberturas de novelas da Grôbio, no geral. E está em produção o vídeo "Vale a Pena Nada a Ver de Novo", com mais vinhetas (Primavera tempo Coval, A Cover 90 é nota cem...), e remakes melhores de algumas vinhetas do vídeo removido (Diretas Já, Carrossel). Agora a coisa vai!! E se não for, quem vai sou eu! O vídeo será publicado em todos os sites da "rede", pra você assistir, sem medo de ser feliz. Espero algum dia conseguir criar um site que possa mostrar vídeos como esses de forma independente.
Ouço falar há pelo menos 10 anos, de que um velho conhecido meu, os Hipermercados Zaffari estariam para desembarcar em São Paulo. Eles estarão presentes no Shopping Bourbon, que está sendo construído onde era o antigo (e kaidasso) Shopping Center Matarazzo - que, antes de ser demolido, já havia mudado de nome, sem atrair muito sucesso. Mas agora a coisa vai II, a missão! Esse shopping vai ter o primeiro cinema IMAX do Brasil. Já tava na hora: parece que a Argentina já tem um desses há mais de 10 anos!!
A rede gaúcha de supermercados protagoniza uma história que, quem não é de lá ou não conhece Porto Alegre como eu conheci, simplesmente não acredita: durante muitos anos, os porto-alegrenses preferiam comer fast-food no Zaffari do que no McDonald's! Em duas lojas do supermercado haviam lanchonetes, e o pior é que era bão mesmo, meninos, eu vi! Um hambúrguer deles tinha uns 20 cm. de diâmetro. E não era suado e amassado como o Big Mac! Para os paulistanos della gema, o desnível entre um e outro seria comparar o Chico Hamburguer (a primeira lanchonete de São Paulo a vender isso!!) com o Mac.
A rede norte-americana teve de investir pesadíssimo em Porto Alegre e só conseguiu virar o jogo nos anos 90, com lojas bem diferenciadas das de outras cidades brasileiras. Essas, só o meu irmão, que esteve lá há 9 anos, conheceu, não pislo lá desde 1990.
Se bem que outra história que eu ouvi a respeito de PoA eu não sei como anda: ouvi dizer que Porto Alegre era um dos raríssimos lugares do mundo onde a Pepsi era mais vendida do que a Coca-Cola. É, e depois, dizem que os franceses são "do contra"! Assim o Casseta está perdendo muitas piadas, e muito mais inteligentes que as atuais...
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11.7.07
27.4.07
SHHHHHHHOOOOOOOOOOOOOOOPPPPPPPAAAAAAAA Pão de Açúcar!!
Carrefour compra rede Atacadão e se torna o líder do setor no Brasil (Folha)
Sempre tive muita bronca do Grupo Pão de Açúcar, por ser napoleônico, ao adquirir redes rivais (como os saudosos Barateiro, Peralta e Paes Mendonça) e por, simplesmente, resolver assumir na cara dura a imagem pejorativa da qual queria se livrar antes: a de rede extremamente usura e mercenária. Fora o fato de ter, em seus quadros de funcionários, uma pessoa como Lucília Diniz, que defende um estilo de alimentação totalmente oposto ao meu, mas aí já são outros quinhentos - quase o preço de um palito de fósforo em 12x, no Pão de Açúcar.
Há alguns anos, o Pão de Açúcar "padrão", que você e eu conhecemos na nossa infância foi extinto, e deu origem a um supermercado luxuoso e opulento, repleto de produtos importados (de bebidas a creme dental Crest) a preços nada convidativos - que, hipocritamente, são chamados de oferta às vezes. E muitas vezes, esses supermercados são um demonstrativo da desigualdade social do país, ao serem postos em locais muitas vezes sem o perfil "esperado" para um consumidor do PdA, como é o caso do Pão de Açúcar do largo Ana Rosa, um lugar que eu conheço. É um dos points preferidos dos esmolès da região. Melhor que isso, só se fosse uma agência do BankBoston ou do Citibank.
E, se não há Pão de Açúcar, que comam brioches. No extremo oposto, o grupo criou uma rede de mini-mercados "com sérias restrições orçamentárias" chamada Econ. Infelizmente, as vezes sou obrigado a phrequentar um desses, no centro de São Paulo, onde fica o meu serviço. Os preços do Econ são ligeiramente inferiores aos do Pão de Açúcar - quand0 não são maiores, mesmo que com algumas diferenças. No Econ, a variedade é "um de cada" e olhe lá - experimente procurar Coca-Cola Light no Econ. As vezes, só tem a padrão. E o esquema de trabalho é feito para empregar o menor número de funcionários possível, como um armário sem funcionários que serve de guarda-volumes, e uma padaria que antigamente funcionava aos finais de semana - agora eles compram os pães já prontos...
É por essas e outras que o Carrefour tem que dar um jeito de vir para o centro de São Paulo, pra ver se abaixam esses PRE$O$ ecsorbitantes desse Econ. Cujo garot0-propaganda é um papagaio em computação gráfica, gritando: "Tá barato, tá barato!" Dá vontade de arremedá-lo no mesmo tom e dizer "É mentira, é mentira!"...
PS: Antônio Tabet, publicitário, tira sarro de campanha de Nizan Guanaes (a "Zeca-Feira"), como até então só eu fazia. Dor de cotovelo pelo fato de a "África" ser a maior agência do país, mesmo à custa de campanhas ligeiramente antipácticas? Sei lá, mas congratulacciones, Kibeloco! Apesar dos pesares, este texto do blog da agência é sensacional...
Sempre tive muita bronca do Grupo Pão de Açúcar, por ser napoleônico, ao adquirir redes rivais (como os saudosos Barateiro, Peralta e Paes Mendonça) e por, simplesmente, resolver assumir na cara dura a imagem pejorativa da qual queria se livrar antes: a de rede extremamente usura e mercenária. Fora o fato de ter, em seus quadros de funcionários, uma pessoa como Lucília Diniz, que defende um estilo de alimentação totalmente oposto ao meu, mas aí já são outros quinhentos - quase o preço de um palito de fósforo em 12x, no Pão de Açúcar.
Há alguns anos, o Pão de Açúcar "padrão", que você e eu conhecemos na nossa infância foi extinto, e deu origem a um supermercado luxuoso e opulento, repleto de produtos importados (de bebidas a creme dental Crest) a preços nada convidativos - que, hipocritamente, são chamados de oferta às vezes. E muitas vezes, esses supermercados são um demonstrativo da desigualdade social do país, ao serem postos em locais muitas vezes sem o perfil "esperado" para um consumidor do PdA, como é o caso do Pão de Açúcar do largo Ana Rosa, um lugar que eu conheço. É um dos points preferidos dos esmolès da região. Melhor que isso, só se fosse uma agência do BankBoston ou do Citibank.
E, se não há Pão de Açúcar, que comam brioches. No extremo oposto, o grupo criou uma rede de mini-mercados "com sérias restrições orçamentárias" chamada Econ. Infelizmente, as vezes sou obrigado a phrequentar um desses, no centro de São Paulo, onde fica o meu serviço. Os preços do Econ são ligeiramente inferiores aos do Pão de Açúcar - quand0 não são maiores, mesmo que com algumas diferenças. No Econ, a variedade é "um de cada" e olhe lá - experimente procurar Coca-Cola Light no Econ. As vezes, só tem a padrão. E o esquema de trabalho é feito para empregar o menor número de funcionários possível, como um armário sem funcionários que serve de guarda-volumes, e uma padaria que antigamente funcionava aos finais de semana - agora eles compram os pães já prontos...
É por essas e outras que o Carrefour tem que dar um jeito de vir para o centro de São Paulo, pra ver se abaixam esses PRE$O$ ecsorbitantes desse Econ. Cujo garot0-propaganda é um papagaio em computação gráfica, gritando: "Tá barato, tá barato!" Dá vontade de arremedá-lo no mesmo tom e dizer "É mentira, é mentira!"...
PS: Antônio Tabet, publicitário, tira sarro de campanha de Nizan Guanaes (a "Zeca-Feira"), como até então só eu fazia. Dor de cotovelo pelo fato de a "África" ser a maior agência do país, mesmo à custa de campanhas ligeiramente antipácticas? Sei lá, mas congratulacciones, Kibeloco! Apesar dos pesares, este texto do blog da agência é sensacional...
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