PS: Já viu o nosso vídeo nuevo? Veja no post abaixo.
Último Segundo: Apple quer deixar de ser cara no Brasil
Até que enfim! A Apple Computer, além dos impostos, adota uma política de preços altos por aqui - não sei por quê. Isso vai beneficiar os fanáticos por IPued, mas estou de olho é nos computadores, mesmo. Nos EUA, Macs e PCs concorrem pau a pau (mesmo com a famosa "arquitetura fechada" da Apple), o preço é praticamente o mesmo, e por isso lá tem muito mais Macintoshes do que aqui - e estamos falando de PCs "legalizados", tipo aqueles das empresas, não daqueles que a gente sonha em comprar, mêide in Cháina, entendeu?...
Existem computadores Macintosh, dos mais modernos imaginàveis, à venda nas lojas Fnac. Só que o preço deles é praticamente impossível de ser pago: a parcela é muito maior do que o limite de crédito da maioria dos cartões que as pessoas tem por aí! Talvez dê pra pagar com o cartão da Sasha Meneghel, se ela fizer um financiamento no BNDES...
Devido ao meu trabalho, uso Macintosh para edição de vídeos. E um computador da linha "supostamente" amadora da Mac - um IMac, ainda sem cãmera embutida - consegue dar uma surra em um PC turbinado em matéria de som e imagem! A Midi dos IMac não tem aqueles sonzinhos horrendos de playback de música do Humor Tadela não, muito pelo contrário. E o hardware de áudio é potente o suficiente para fazer reverb em tempo real... sem placa Audiophile nem nada, imagina com.
Bem, buena suerte á Apple. A propuèsito, momento gordural! *Brrróim!* Macintosh - melhor dizendo, McIntosh, era a espécie de maçã favorita do criador dessa linha de computadores, Jef Raskin, phalecido em 2006.
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25.8.07
2.8.07
Sessão Dentadura
Já está no ar a abertura da Sessão Dentadura (paródia da primeira abertura de todas da Sessão Aventura, produzida nos EUA pela Dolphin Productions).
http://www.youtube.com/watch?v=zRzXMX59DE4
http://www.youtube.com/watch?v=zRzXMX59DE4
Palavras-Chaves & Chapolin:
inesperado,
informática,
Utilidade pública
23.7.07
Intimo & Pessoal: O grande museu da informática
Fora os PCs, os únicos computadores que a minha família teve foram Commodore 64 e MSX (Expert, da Gradiente). E eu digo: Graaaaaassssas a Deus!!
Porquê? Veja no site Old Computers.com quanto tempo e dinheiro foram gastos em quase MIL modelos diferentes de computadores, sendo que uns 5% deles tenham dado certo...
(Mas veja com muito tempo livre, são MUITOS computadores mesmo!!)
E, segundo: acabo de conhecer o "rival" de Expert e Hotbit, o MC-1000, da CCE. Esse toma uma surra de PAL-Mole do Hotbit versão 1.0! O MC-1000, pra você ter uma noção - e isso não está nesse site, vi em outros - não tinha botão de Power (para desligar, tinha que tirar da tomada), não escrevia letras minúsculas (acentuação, então, nem pensar - coisa que os MSX faziam na maior) e não tinha teclas de movimentação do cursor. Ou seja, se você errou o que escreveu, teria que apagar todas as linhas até chegar no caractere e começar tudo de novo. Enfim, o MC-1000 foi um dos produtos que fizeram a CCE ser conhecida internacionalmente em todo o Brasil com "Comecei Comprando Errado". CCE também foi a marca do meu primeiro gravador de cassete.
A marca só se redimiria por volta de 1998, com as suas geladeiras e hoje em dia vende PCs com os mais modernos chips da Intel de agora. Espero que pelo menos esses "deletem" da memória o caso MC-1000 e sejam melhores do que alguns PCs que eu uso no meu trabalho nos quais a fonte de alimentação usa um pino diferente e exclusivo para ser ligada na placa mãe, ou seja, pra trocar a fonte, precisa se trocar a placa-mãe junto, "só isso"...
E pra você que está ligado na Cover: outra produção que vem aí é do 'setor SBT' da Cover, o resultado da Tele-Sena. Só que aqui, tem outro nome. Aguardemmm, ôe! Falando nisso, tenha sorrisos amarelos com o vídeo Ritmo de Festa Acústico.
Porquê? Veja no site Old Computers.com quanto tempo e dinheiro foram gastos em quase MIL modelos diferentes de computadores, sendo que uns 5% deles tenham dado certo...
(Mas veja com muito tempo livre, são MUITOS computadores mesmo!!)
E, segundo: acabo de conhecer o "rival" de Expert e Hotbit, o MC-1000, da CCE. Esse toma uma surra de PAL-Mole do Hotbit versão 1.0! O MC-1000, pra você ter uma noção - e isso não está nesse site, vi em outros - não tinha botão de Power (para desligar, tinha que tirar da tomada), não escrevia letras minúsculas (acentuação, então, nem pensar - coisa que os MSX faziam na maior) e não tinha teclas de movimentação do cursor. Ou seja, se você errou o que escreveu, teria que apagar todas as linhas até chegar no caractere e começar tudo de novo. Enfim, o MC-1000 foi um dos produtos que fizeram a CCE ser conhecida internacionalmente em todo o Brasil com "Comecei Comprando Errado". CCE também foi a marca do meu primeiro gravador de cassete.
A marca só se redimiria por volta de 1998, com as suas geladeiras e hoje em dia vende PCs com os mais modernos chips da Intel de agora. Espero que pelo menos esses "deletem" da memória o caso MC-1000 e sejam melhores do que alguns PCs que eu uso no meu trabalho nos quais a fonte de alimentação usa um pino diferente e exclusivo para ser ligada na placa mãe, ou seja, pra trocar a fonte, precisa se trocar a placa-mãe junto, "só isso"...
E pra você que está ligado na Cover: outra produção que vem aí é do 'setor SBT' da Cover, o resultado da Tele-Sena. Só que aqui, tem outro nome. Aguardemmm, ôe! Falando nisso, tenha sorrisos amarelos com o vídeo Ritmo de Festa Acústico.
Palavras-Chaves & Chapolin:
informática,
MSX,
Salt Cover
7.10.06
Igor C. Barros, sua vida, sua obra: a era MSX
Antes de mais nada, pra vocês que nasceram a partir de 1990, MSX não é dissidência de nenhum movimento de sem-terra... quer dizer, pode até ser, já que a tomada dele não era de três pinos! MSX foi um padrão de computadores de 8 bits criado na década de 80, no Japão pelo consórcio Matsushita, Sony e Microsoft (BASICamente é isso) e que durante alguns anos, superou a maioria dos PCs da época com suas especificações! Padrão? Exatamente, assim como as pessoas tem PCs hoje em dia da X5 computadores, da Whitebox, da Itautec e todos eles são compatíveis entre si (menos os Aptivas, mas aí é outra história...)Ao contrário das outras centenas de computadores da época, o MSX tinha memória separada pra vídeo, o que fazia ele fazer isso mais rápido que outros computadores semelhantes. Isso fora várias outras coisas: o MSX já era capaz de tratar sons e imagens como arquivos, a programação já previa o uso de touch pad (nunca vi um desses, mas o comando existe!), e foi em um MSX que foi lançado o primeiro drive de 3½ polegadas do mundo, em 1984. E mais, através de um MSX 2 foram feitas as primeiras capturas de telas de TV do Brasil, no ano de 1988 (veja mais no site do autor da façanha, Ademir Carchano)
E o meu primeiro contato com esse universo foi, como a maioria das pessoas: através de um Expert, da Gradiente. Com o qual me maravilhei, pois vinha do universo incompreensível do Commodore 64, que o meu pai só entendia o básico e olhe lá. A "expreteza" do Expert, era, segundo a legislação, ser um videogame com teclado - se fosse tratado como "computador", custaria muito mais. E para mim não custou tanto assim, pois o computador surgiu lá em casa através do serviço de Videotexto, da antiga e memorável Telesp, empresa na qual meu pai trabalhou mais de 20 anos, e no mesmo prédio que não era a sede da Telesp, mas que a Telefônica escolheu para ser a sua sede hoje em dia.
(A propósito, o Expert da Gradiente tem uma tecla, "SELECT", que não serve pra nada, vocês acreditam?!...)
O Videotexto era uma espécie de avô da Internet. Apenas caracteres de texto e gráficos de baixa resolução, com 16 cores de frente ou de fundo, recursos como dupla largura, dupla altura ou os dois combinados... e só. Os usuários, curiosamente, não podiam digitar letras minúsculas, nem ponto de exclamação. Textos assim só apareciam na tela, pré-editados pelos chamados FSs - Fornecedores de Serviços, algo como os webmasters de hoje. O grosso dos serviços estava no telefone 148 da Telesp, mas também haviam fornecedores independentes, como Videobrás e Telerádio - fora o Sampinha, que só consegui acessar uma única vez e era todo em preto-e-branco. Tudo isso com um modem externo de 300 bauds (míseros 0,3 Kbps, quase a velocidade da banda larga que eu tenho atualmente... âhrrrrr...)
Aí um belo dia eu descubro, vejam vocês, que o MSX funcionava sem o cartucho phornecido pela Telesp... e de 1988 a 1990 eu acabei me tornando quase que um programador. Quase, porquê eu era ligeiramente "gonorante" demais em comparação com o pessoal que realmente manjava de computador naquela época. Já me preocupava mais com visual do que com programação e sentia muito as limitações da parte gráfica do MSX, como só poder ter uma cor a cada oito pontos na horizontal, na tela gráfica. Não sabia tanto de Basic quanto deveria (ironicamente o nome permanece até hoje, como Visual Basic, um programa que faz programas para Windows). Outras linguagens de programação, como Cobol, Assembler? Ih, esquece... não fosse pelo pouco que eu sabia de Basic, eu seria um poser, tal qual Phernando Pessoa (O poeta é um poser, que posa tão completamente, que chega a posar que é dor, etc., etc..)
Por ter um MSX graças ao Videotexto (em vez de ter comprado um na loja), nunca me preocupei em fazer como muita gente fez, e comprar uns kits de transformação para MSX 2. Mesmo porquê, vou confessar pra vocês: quando esse negócio começou, eu tinha 11 anos. E não eram 11 anos de programação, eram de idade mesmo!!! Sem chance... embora fosse leitor ávido das revistas Micro Sistemas e CPU MSX. Na verdade, assim como aconteceria mais tarde com Napster, YouTube e Orkut, eu entrei "no final da festa"... o boom do MSX no Brasil foi por volta de 1986, e em 1990 os PCs já começavam a superar os MSX 1 brasileiros, com o lançamento de games como F-1 GP e Prince of Persia (até então, PC era considerado "computador de trabalho").
E a era MSX na minha vida acabaria em 1992, quando passamos a usar um PC-AT 286. A "World Wide Web", que conhecemos atualmente e aonde você está neste momento, surgiria no ano seguinte, nos EUA.
Mas a minha surpresa viria já no século XXI. Por incrível que pareça, muitos programadores usam MSX até hoje ao redor do mundo (MSX 1, 2 e 3, fora o não-lançado MSX 4, só acessível via emulador) e só não fazem chover com seus equipamentos. Hoje em dia, até este blog pode ser lido por um MSX! Até jogo de Sonic o MSX já teve ("Sonyc", para MSX 2), e em 1997 (nessa época os bebês já diziam CD-ROM antes de "Gugu Dadá"!) É um pessoal que deixaria o Professor Pardal no mínimo, confuso. Ou melhor: os "Nerds", daqueles filmes, acabam de virar um bando de ignorantes e alienados... Em breve voltaremos com esse assunto, aguardemmmm
Palavras-Chaves & Chapolin:
informática,
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