22.4.08

Urgente: Terra treme, e não é o site...

Sério, agora há pouco, as 21h04, senti o chão tremendo aqui em casa (sétimo andar de um prédio, para ser mais preciso). E desta vez, toda a galera também notou isso!! Um tremor talvez só perceptível por eu estar descalço.

ESPERO que seja apenas um reflexo de um terremoto na América Latina, e não o pesadelo que ronda a minha cabeça: nos anos 90, bem antes do 11 de setembro de 2001, sonhei que via prédios desabando na linha do horizonte... desabando mesmo, não como se estivessem sendo implodidos!

[EDIT: Não fui só eu. O tremor foi sentido em muitos lugares da Grande São Paulo, foi notícia no RedeTV! News e no portal G1. As câmeras do estúdio do Jornal da Record também chegaram a balançar. E errei feio: foram 5,2 graus na escala Richter. Outra coisa, a Cordilheira dos Andes não teve nada a ver desta vez. O epicentro desse tremor de terra foi no Oceano Atlântico. Enfim, algo totalmente atípico! Yes, nós temos terremoto!...]

2 comentários:

Paulo Lescaut disse...

Igor, fui descobrir os vídeos da Salt Cover só agora, e tenho gargalhado até não poder mais. Além de perspicazes, as vinhetas têm excelente qualidade técnica, chegam a ser mais do que sátiras!

Tanto é que a Cover se expandiu, e tal como uma televisão de "código livre", outras pessoas inteligentíssimas criaram suas versões e afiliadas.

Só lamento e não compreendo essa perseguição. Pelo que eu tenho lido, você foi excluído de sites, blogs, Youtube... algo inconcebível. Como podem usar justificativa de quebra de direitos autorais?

Nossa realidade é de despotismo midiático e comercial, de conglomerados cada dia mais poderosos face à sociedade, que consome passivamente o que lhe impõem. A mídia de tal forma invade a vida cotidiana, que a noção de ídolo nem é mais religiosa, mas televisiva.

Esse caminho arrogante com que esses conglomerados tendem a tratar qualquer um que use suas marcas se mostra cada dia mais imbecil e nocivo à própria imagem da marca. Um bom exemplo disso é a Mattel, que processou aquele grupo ACQUA pela música irônica "Barbie Girl": não apenas perdeu o processo, como a ação foi julgada improcedente, tal é a manifestação cultural que causa a boneca Barbie na sociedade contemporânea.

A Mattel, então, achou uma saída na minha opinião bem mais inteligente: em vez de se pôr como a arrogante dona de um fenômeno cultural, passou a subverter o sentido da expressão da música. Se você perceber, desde o fim do processo que os comerciais da Barbie, da Mattel, terminam com a mesma expressão (agora com sentido positivo) "Barbie Girl".

Um abraço, e sucesso!

Igor C. Barros disse...

Obrigado por comentar. Só uma correção: no YouTube eu "AINDA" não fui expulso, eu parei de usar a conta por temer a qualquer momento a suspensão da mesma. Nem vou mais no YouTube, mesmo tendo abrido uma segunda conta lá, por este ano estar sendo implacável com o meu tempo livre.
Em blogs, eu temo a suspensão deste aqui, na Blogger, mesmo com todos os 'DLs' de músicas oferecidas aqui sendo produzidas por mim! De resto, concordo totalmente com a sua opinião. Espero, sinceramente, que sátira e paródia não se tornem "crimes" no futuro!! Um abraço.